Quando se trata de uma ação para IKEA, não podemos esperar menos.
Dessa vez a DDB de Berlim, resolveu criar uma intervenção em cinema nunca feita antes. Eles usaram um projetor portátil de slides para exibir nomes e preços em alguns objetos que apareciam na tela e que provavelmente seriam encontrado nas lojas da IKEA, transformando assim a tela em um enorme catálogo animado da marca.
E no final da sessão, um rapaz entregava o catálogo impresso da IKEA finalizando a ação.
A ação concerteza é inusitada e tambem irá chamar a atenção de qualquer um que esteja no cinema. O grande problema é justamente esse, o cinema. A instituição cinema pode perder com essas intervenções publicitárias? O quanto invasivo isso pode ser para os adoradores da telona e os realizadores do filme?
A publicidade vem interagindo com o cinema, já faz algum tempo, mas qual é o limite que se pode ter para que o marketing não atrapalhe a arte?
Será que todos ali, querem ouvir falar da IKEA ou mesmo estarão interessados em saber sobre seus produtos, ou se eles foram utilizados naquela produção? Pode soar como um "spam" e tiro sair pela culatra.
Quem sabe um merchan bem trabalhado e bem mais sutil não tenha mais efeito neste caso.
Bom é claro que esse assunto vai causar muita divergência, mas é fato que também é muito válido como um case criativo e inusitado e mais um opção diferente para os publicitários de plantão e planejadores de mídia, acredito que com bom senso e um planejamento com uma ótima estratégia, deva surtir efeito sem atrapalhar a nossa tão querida 7ª arte.

Via Blog Comunicadores
IKEA
Agência DDB Berlim
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